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 <title>UbaLab. blogs</title>
 <link>http://ubalab.org/blog</link>
 <description>Laboratório Experimental de Tecnologias Livres em Ubatuba/SP.</description>
 <language>pt-br</language>
<item>
 <title>Falha no formulário de contato do site UbaLab.</title>
 <link>http://ubalab.org/node/183</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;p&gt;Por uma falha de configuração, as mensagens enviadas pelo &lt;a href=&quot;/contact&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;formulário de contato&lt;/a&gt; do site UbaLab não estavam chegando para nós. Este problema parece estar ocorrendo há meses. Pedimos a quem enviou mensagens neste período que as envie novamente.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/ubalab&quot;&gt;ubalab&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/contato&quot;&gt;contato&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/374&quot;&gt;emails&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/375&quot;&gt;comunicação&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Tue, 02 Jan 2018 23:49:56 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">183 at http://ubalab.org</guid>
</item>
<item>
 <title>sei.eco — mais informações e… RECOMPENSA EM DOBRO!</title>
 <link>http://ubalab.org/node/182</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;p&gt;Aproveitando esta última semana do ano para contar um pouco sobre os planos da plataforma &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://sei.eco&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;sei.eco&lt;/a&gt; e nossa &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://campanha.sei.eco&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;campanha de crowdfunding&lt;/a&gt; no Kickante. Mas antes, vou compartilhar uma notícia fresquinha: fechamos uma parceria com o Nodo Local de Ubatuba da &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://wiki.ubatuba.cc/doku.php?id=faircoop&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FairCoop&lt;/a&gt;, que vai dobrar as recompensas da campanha para as primeiras pessoas que contribuírem.&lt;/p&gt;

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&lt;div&gt;&lt;img class=&quot;js-progressiveMedia-image progressiveMedia-image&quot; src=&quot;https://cdn-images-1.medium.com/max/800/1*xiYsTDv4HwAcXrUSthCtYQ.png&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;Explico melhor: desde o lançamento do crowdfunding, já estávamos oferecendo recompensas em &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;https://fair-coin.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FairCoin&lt;/a&gt;, no valor equivalente a 10% de cada contribuição realizada no Kickante. FairCoin é a criptomoeda criada pela rede internacional &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://fair.coop&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FairCoop&lt;/a&gt; como ferramenta para promover uma economia mais justa, descentralizada e geradora de autonomia. Como já &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;https://medium.com/@felipefonseca/sei-eco-campanha-de-arrecada%C3%A7%C3%A3o-coletiva-290007189f95&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;comentei anteriormente&lt;/a&gt;, um dos elementos que protegem a FairCoin contra a volatilidade que se vê em outras criptomoedas é justamente o fato de estar claramente subordinada a uma visão de mundo sustentável, includente e ancorada a empreendimentos no mundo real.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;

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&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;Ecossistema da FairCoop&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;
&lt;p&gt;No momento em que os recursos arrecadados pela campanha de crowdfunding estiverem disponíveis, criaremos carteiras privativas de FairCoin para cada um dos apoiadores. As carteiras permanecerão reservadas pelo período de três meses após sua criação, quando serão então entregues aos apoiadores juntamente com um primeiro relatório de atividades do projeto piloto. É possível que no período de três meses entre a conversão e a entrega, a recompensa tenha se valorizado (ao longo de 2017, a cotação da FairCoin aumentou 2000%). Uma vez que as recompensas estiverem em mãos dos apoiadores, eles poderão optar livremente por: manter o valor em FairCoin; utilizá-lo para comprar produtos ou contratar serviços (no &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;https://market.fair.coop/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FairMarket&lt;/a&gt; ou outras lojas e produtores que aceitem FairCoin); doar recursos para o Fundo de Inovação Socioecológica; ou até converter o valor de volta em reais através do Nodo Local de Ubatuba ou de alguma corretora de câmbio.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O que o apoio do Nodo Local de Ubatuba está oferecendo agora é &lt;strong&gt;dobrar a recompensa dos primeiros apoiadores&lt;/strong&gt;, até o teto do valor em FairCoin equivalente a R$ 1.000. Ou seja, até alcançarmos R$ 10.000 em contribuições, cada cem reais recebidos resultarão em uma recompensa equivalente a vinte reais no momento da conversão, em vez dos dez que já estávamos oferecendo. Minha recomendação é que façam logo suas contribuições, para não perder essa oportunidade única.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Do total de contribuições recebidas, outros 10% serão também convertidos em FairCoin e reservados, para constituir o Fundo de Inovação Socioecológica. O funcionamento do fundo ainda será especificado ao longo dos próximos meses, mas a ideia central é que futuramente ele se torne o principal instrumento de financiamento tanto para a plataforma sei.eco em si quanto para projetos colaborativos criados por sua comunidade de usuários. O valor reservado em FairCoin para o Fundo de Inovação Socioecológica só poderá ser utilizado a partir de agosto de 2018.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os restantes 80% dos recursos arrecadados pela campanha serão (após descontadas taxas de serviço, impostos e afins) investidos no desenvolvimento do projeto piloto da plataforma sei.eco, ao longo do primeiro semestre de 2018. Algumas das demandas que vamos cobrir neste período são:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- Definir modelo institucional e de governança compartilhada para o portal sei.eco e o Fundo de Inovação Socioecológica;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- Identidade visual;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- Primeira versão viável do portal vertical sei.eco, com funcionalidades básicas;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- Curadoria e publicação continuadas de conteúdo de qualidade sobre inovação socioecológica;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- Desenvolvimento e teste de modelos de negócios para a plataforma, trabalhando com um grupo de iniciativas pioneiras, e buscando desenhos circulares, participativos e solidários;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- Captação de recursos para a implementação em escala a partir do segundo semestre de 2018;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- Constituir um arco de alianças com organizações éticas e colaborativas, preparando para a implementação em escala.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Naturalmente, vamos percorrer todas estas etapas convidando todas as pessoas interessadas em participar, documentando nossas descobertas e compartilhando com licenças abertas tudo que produzirmos. Mas para isso precisamos dar os primeiros passos, e sua ajuda é fundamental — seja divulgando a campanha, nos trazendo feedback e dicas, ou &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://campanha.sei.eco&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;fazendo a sua contribuição &lt;/a&gt;— e aproveitando que por algum tempo temos &lt;strong&gt;RECOMPENSA EM DOBRO!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um bom fim de ano para todo mundo… que sigamos construindo os futuros que queremos!&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/353&quot;&gt;sei.eco&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/ubalab&quot;&gt;ubalab&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/373&quot;&gt;crowdfunding&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/352&quot;&gt;inovação socioecológica&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Wed, 27 Dec 2017 20:18:14 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">182 at http://ubalab.org</guid>
</item>
<item>
 <title>sei.eco — campanha de arrecadação coletiva</title>
 <link>http://ubalab.org/node/181</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt;A plataforma &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://sei.eco&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong&gt;sei.eco&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; tem por objetivo conectar pessoas e organizações que trabalham com &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;https://medium.com/@felipefonseca/inova%C3%A7%C3%A3o-socioecol%C3%B3gica-391473cdd1d4&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;inovação socioecológica&lt;/a&gt;. Incluímos neste recorte todas aquelas iniciativas que buscam construir um mundo melhor levando em conta aspectos sociais, ambientais, culturais e econômicos. Por exemplo, aquelas ligadas às seguintes áreas:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;agroecologia;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;saúde natural e plantas medicinais;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;economia circular;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;produção artesanal;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;fabricação digital;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;participação e controle social;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;cooperativismo integral;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;tecnologias livres e apropriadas: soberania tecnológica;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;alimentação saudável;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;economia solidária e comércio justo;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;permacultura;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;urbanismo emergente;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;upcycling, manutenção e consertos;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;moradia sustentável;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;autonomia energética;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;mobilidade de baixo impacto;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;participação e controle social;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;bioconstrução;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;culturas da terra;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;educação diferenciada.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Tais iniciativas frequentemente trabalham em escala ultralocal, e ao mesmo tempo expressam o desejo de atuar de maneira conectada e dialogando em rede, no mundo inteiro. A missão da plataforma &lt;strong&gt;sei.eco&lt;/strong&gt; é facilitar os encontros entre estas pontas: aproximar quem tem pra ensinar de quem quer aprender; conectar quem oferece produtos ou serviços com quem precisa desses produtos e serviços.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Concepção&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A plataforma sei.eco adota princípios do &lt;em&gt;Design Thinking&lt;/em&gt; para garantir que qualquer ferramenta ou recurso desenvolvidos estejam ligados a demandas reais de sua comunidade de interesse. Será construída através das chamadas &lt;em&gt;metodologias ágeis&lt;/em&gt; de desenvolvimento, que preveem um ciclo permanente de construção, experimentação e aprendizado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ao longo do período de concepção de sei.eco (segundo semestre de 2017), encontramos alguns eixos em torno dos quais se agrupam as principais demandas de projetos de inovação socioecológica. São eles: Financiamento, Educação, Eventos, Comércio, Colaboração e Divulgação.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Financiamento e Investimento&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Ainda que a inovação possa ser adotada gradativamente e com recursos das próprias iniciativas, é importante também que haja maneiras de investir recursos em ações que não necessariamente garantem um retorno direto do investimento. É o caso da pesquisa e da experimentação; de ações de base e formação; do aprofundamento conceitual; do intercâmbio e cooperação; e ainda de projetos de risco orientados à modelagem do futuro. O projeto sei.eco prevê a criação de um &lt;em&gt;fundo de inovação socioecológica&lt;/em&gt;, baseado em FairCoin e alimentado por diversas fontes, que criará convocatórias para o financiamento e a mentoria de projetos dentre a comunidade de interesse da plataforma. O fundo será gerido pela comunidade de interesse que constitui a plataforma.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Educação&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Vamos adotar a perspectiva do &lt;em&gt;aprendizado distribuído&lt;/em&gt;, que propõe a construção de itinerários de aprendizado entre quaisquer pessoas ou grupos que tenham referências a compartilhar. Partimos do princípio de que cada indivíduo tem seu próprio caminho de aprendizado, e que ao compartilhar esses caminhos é possível aliar as vantagens do autodidatismo e do aprendizado social. Teremos ainda uma vertente de formação profissional voltada aos projetos de inovação socioecológica, trazendo instrumentos avançados de gestão e inovação para a comunidade de interesse.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Eventos&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Ofereceremos funcionalidades para a organização e gestão de eventos — educacionais, culturais, sociais e científicos -, que frequentemente são importantes fontes de recursos para iniciativas de inovação socioecológica. A plataforma possibilitará a formação de parcerias que aliem a oferta de atividades, de transporte, de hospedagem e de alimentação para os eventos. As iniciativas poderão optar por receber pagamentos em FairCoin ou em Reais. As ferramentas estarão integradas com diferentes redes sociais para a divulgação e compartilhamento.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Comércio Justo e Economia Solidária&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Vamos desenvolver ferramentas para comércio justo, redes de compras coletivas, cooperação em logística, gestão de vendas e contatos, entre outras maneiras de alavancar iniciativas que já têm uma atuação sustentável e includente. Os projetos participantes poderão optar por adotar a criptomoeda FairCoin, criada pela FairCoop justamente com a finalidade de oferecer um meio de troca seguro e autônomo entre projetos cooperativos em escala global.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Colaboração&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Trabalharemos sempre a serviço da colaboração direta entre membros da comunidade de interesse em inovação socioecológica, promovendo a fluência entre iniciativas que têm questões, demandas ou referências em comum. A plataforma será uma tela em branco para a criação de ações colaborativas.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Divulgação&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Nossa missão é combater a fragmentação existente entre as iniciativas de inovação socioecológica, sem no entanto tratá-las como um todo homogêneo, o que reduziria sua potência. A única maneira de caminhar entre esses dois extremos é oferecer espaço para que as iniciativas se expressem com voz própria e possam reconhecer-se umas às outras como parte do mesmo cenário. E a partir daí, dialogar com um público mais amplo. Para isso, a plataforma terá uma atuação consistente na produção de conteúdo de qualidade, tornando-se um espaço de referência sobre as diferentes vertentes daquilo que chamamos de inovação socioecológica.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No momento, estamos com uma campanha de arrecadação coletiva de recursos (&lt;em&gt;crowdfunding&lt;/em&gt;) para financiar o projeto piloto de sei.eco através da plataforma Kickante. A campanha está disponível no endereço &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://campanha.sei.eco&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://campanha.sei.eco&lt;/a&gt;. Fica no ar até meados de fevereiro de 2018. E oferece como recompensa aos doadores uma contrapartida de 10% do valor investido, na forma de carteiras de FairCoin que estarão disponíveis a partir de três meses após os recursos arrecadados pela campanha estarem disponíveis.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Após este período, o colaborador terá a oportunidade de escolher entre: manter o investimento em FairCoin; reinvestir o valor em FairCoin no Fundo de Inovação Socioecológica; ou então utilizar as FairCoins em qualquer outra operação que as aceite — inclusive em operações de câmbio em corretoras como a Bittrex. A tendência deflacionária da FairCoin indica que a poupança no período deve resultar em um valor maior do que os 40% inicialmente convertidos. Possivelmente, muito maior.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;FairCoin/FairCoop&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;A FairCoin é uma criptomoeda concebida pela &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://fair.coop&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FairCoop&lt;/a&gt;, rede internacional que promove o cooperativismo integral. Ao contrário de outras criptomoedas, a FairCoin não implica em dispêndio de quantidades absurdas de energia elétrica, e ela é totalmente baseada em princípios cooperativos. Encontra-se atualmente entre as 100 criptomoedas com maior valorização de mercado (cerca de 100 milhões de dólares, em dezembro de 2017), e deve continuar a ganhar posições justamente por conta de sua solidez conceitual e administrativa. A FairCoin tem princípios claros: foi criada como um instrumento para alavancar uma economia alternativa real baseada no cooperativismo. Conta (também em dezembro de 2017) com cerca de cinquenta Nodos Locais em todo o mundo. Tem processos abertos e democráticos de decisão e desenvolvimento, inclusive sobre a utilização da reserva de 20% do montante da moeda como barreira contra a especulação que assola outras criptomoedas.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Contexto&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;A plataforma sei.eco foi concebida em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, pelo &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://ubalab.org&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;UbaLab&lt;/a&gt; — laboratório de educação aberta, inovação cidadã e tecnologias livres. Faz parte da construção do Pólise — pólo de inovação socioecológica de Ubatuba.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/353&quot;&gt;sei.eco&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/352&quot;&gt;inovação socioecológica&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/371&quot;&gt;campanha&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/ubatuba&quot;&gt;ubatuba&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/372&quot;&gt;pólise&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Sun, 24 Dec 2017 03:36:42 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">181 at http://ubalab.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Seminário Tecnologias Livres na sua organização - UbaTech</title>
 <link>http://ubalab.org/node/180</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;Maddog na Gaivota FM&quot; src=&quot;https://c1.staticflickr.com/5/4486/38032921506_c54f22ba14_n_d.jpg&quot; style=&quot;float:left; height:320px; width:219px&quot; /&gt;O fórum de tecnologias livres &lt;a href=&quot;http://ubatech.ubatuba.cc&quot;&gt;UbaTech&lt;/a&gt; aconteceu entre os dias 11 e 13 de outubro. Como resposta ao eterno impasse a respeito de qual modelo de desenvolvimento a cidade deve adotar, o evento sugeria que a constituição de um pólo de tecnologias livres e de código aberto é uma ideia factível e que pode trazer benefícios rápidos e concretos, mas duradouros. Algumas semanas antes do UbaTech, &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Jon_Hall&quot;&gt;Jon &quot;Maddog&quot;&lt;/a&gt; (que apadrinhou o evento) chegou a escrever uma &lt;a href=&quot;http://wiki.ubatuba.cc/doku.php?id=ubatech:carta&quot;&gt;carta&lt;/a&gt; sobre esta perspectiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Saiba mais sobre o UbaTech e o #ubatux &lt;a href=&quot;http://ubalab.org/node/179&quot;&gt;neste post&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro dia, focado em oferecer exemplos concretos da adoção de tecnologias livres e de código aberto como promotoras de inovação e eficiência em diferentes tipos de organizações, aconteceu no Teatro Municipal e na sede da &lt;a href=&quot;http://aciubatuba.com.br/aciubatuba/&quot;&gt;Associação Comercial de Ubatuba&lt;/a&gt;. Foi um dia dedicado a debater de que forma as tecnologias livres e de código aberto podem ser utilizadas desde já para contribuiir com a construção de futuros adequados às necessidades peculiares de Ubatuba.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O dia começou no Teatro Municipal de Ubatuba com uma fala de Maddog (e a excelente tradução sequencial de Cesar Brod, do &lt;a href=&quot;http://lpi.org&quot;&gt;LPI&lt;/a&gt;) sobre o sonho possível de que a cidade se torne um pólo de tecnologias livres e de código aberto. Em seguida, Sizenando Cristo - Secretário Municipal de Gestão Administrativa - enfatizou a importância deste momento histórico, afirmando que “no futuro vamos nos recordar deste dia como o início de muita coisa interessante para nossa cidade”. Assista ao &lt;a href=&quot;https://youtu.be/HGiIO_NlBGY&quot;&gt;vídeo:&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;iframe width=&quot;800&quot; height=&quot;420&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/HGiIO_NlBGY&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen=&quot;&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://youtu.be/HGiIO_NlBGY&quot;&gt;A manhã continuou com a apresentação de Renato Peixoto sobre o &lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://endlessos.com&quot;&gt;Endless OS&lt;/a&gt;, sistema operacional baseado em GNU/Linux voltado a usuários ainda não familiarizados com as tecnologias livres. Na sequência, Ananias Filho da &lt;a href=&quot;https://www.kmee.com.br/&quot;&gt;KMEE&lt;/a&gt; falou sobre o &lt;a href=&quot;https://www.odoo.com/pt_BR/&quot;&gt;Odoo&lt;/a&gt;, sistema de código aberto para ERP e gestão empresarial. Maddog então retornou ao palco do teatro para falar sobre o &lt;a href=&quot;http://subutai.io&quot;&gt;Subutai&lt;/a&gt;, produto de nuvem P2P da &lt;a href=&quot;http://optdyn.com&quot;&gt;OptDyn&lt;/a&gt; - empresa que ele dirige e que já está começando a investir em Ubatuba como um motor de desenvolvimento de tecnologias livres e de código aberto. Para encerrar a sessão, o professor Marcelo Zuffo (Poli-USP/&lt;a href=&quot;http://www.lsitec.org.br/portugues/&quot;&gt;LSI TEC&lt;/a&gt;) contou sobre o projeto Caninos Loucos, que está projetando e produzindo de forma pioneira no Brasil diferentes modelos de computadores de placa única.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;Renato Peixoto - Endless OS&quot; src=&quot;https://c1.staticflickr.com/5/4464/37376659454_5dded0de0d_c_d.jpg&quot; style=&quot;height:545px; width:800px&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;Ananias Filho - KMEE&quot; src=&quot;https://c1.staticflickr.com/5/4463/38085765031_77099c2047_c_d.jpg&quot; style=&quot;height:570px; width:800px&quot; /&gt;&lt;img alt=&quot;Prof. Marcelo Zuffo - Caninos Loucos / LSI TEC&quot; src=&quot;https://c1.staticflickr.com/5/4511/37376649454_a16289ddd0_c_d.jpg&quot; style=&quot;height:525px; width:800px&quot; /&gt;A terceira apresentação da UbaTech foi de Yara Senger, contando sua experiência de sucesso como organizadora das diversas edições da &lt;a href=&quot;http://www.thedevelopersconference.com.br&quot;&gt;TDC&lt;/a&gt; em muitas cidades do Brasil, ao mesmo tempo em que vive em Ubatuba, reforçando a importância crescente das mulheres no mercado de TI e sugerindo que as conferências de tecnologia podem resultar em grandes oportunidades econômicas - inclusive para Ubatuba.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;Yara Senger - TDC&quot; src=&quot;https://c1.staticflickr.com/5/4497/24233378138_c8010f1955_c_d.jpg&quot; style=&quot;height:518px; width:800px&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A manhã se encerrou com um debate sobre os desafios para o desenvolvimento de tecnologia em Ubatuba. Estivemos presentes Álvaro Gonçalves, Felipe Fonseca, Filipe Elídio e Leandro Ramalho. Em resumo, os maiores obstáculos que relatamos na ocasião são a falta de alternativas para contratação de internet rápida e confiável; a precariedade do transporte público para chegar a cidades maiores como São Paulo, São José dos Campos e Rio de Janeiro; e a quase inexistente oferta de educação profissionalizante ou superior de qualidade na cidade e região.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Após um delicioso almoço no &lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/olimoeiroubatuba&quot;&gt;Limoeiro&lt;/a&gt;, nos reunimos à tarde na sede da Associação Comercial de Ubatuba para assistir a exemplos concretos da utilização de tecnologias livres em diferentes tipos de organizações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;Jefferson Maia - ABGF&quot; src=&quot;https://c1.staticflickr.com/5/4509/38032885866_aba04833fc_c_d.jpg&quot; style=&quot;height:608px; width:800px&quot; /&gt;Jefferson Maia, da &lt;a href=&quot;http://www.abgf.gov.br&quot;&gt;Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias&lt;/a&gt;, contou sobre a adoção do Odoo como ferramenta de ERP. &lt;img alt=&quot;Labrador - Caninos Loucos&quot; src=&quot;https://c1.staticflickr.com/5/4484/38085744311_78341bfb63_d.jpg&quot; style=&quot;float:right&quot; /&gt;O professor Marcelo Zuffo fez uma apresentação em funcionamento da placa Labrador, primeiro resultado concreto do projeto Caninos Loucos. Renato Peixoto demonstrou o uso do sistema operacional Endless OS. Gabriela Sartori contou sobre o LindaGeo e uso de softwares livres de geoprocessamento nas atividades ligadas à APAMLN (Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Norte). Para encerrar a tarde, Alex Karasulu mostrou o &lt;a href=&quot;http://subutai.io&quot;&gt;Subutai&lt;/a&gt;, software livre e plataforma aberta para a criação de nuvens peer-to-peer de dados e processamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;Prof. Marcelo Zuffo - Caninos Loucos / LSI TEC&quot; src=&quot;https://c1.staticflickr.com/5/4505/38032878886_3c59fe734b_c_d.jpg&quot; style=&quot;height:505px; width:800px&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;https://c1.staticflickr.com/5/4464/38032859006_e74852ac2d_c_d.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/ubatuba&quot;&gt;ubatuba&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/361&quot;&gt;ubatech&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/364&quot;&gt;caninos loucos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/365&quot;&gt;lsi tec&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/362&quot;&gt;optdyn&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/366&quot;&gt;subutai&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/367&quot;&gt;kmee&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/368&quot;&gt;odoo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/ubalab&quot;&gt;ubalab&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/eventos&quot;&gt;eventos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/369&quot;&gt;endless OS&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/370&quot;&gt;tdc&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Thu, 16 Nov 2017 23:34:45 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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 <title>UbaTech e #ubatux - outubro 2017</title>
 <link>http://ubalab.org/node/179</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;img align=&quot;right&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://c1.staticflickr.com/5/4471/26318318719_fd47d30c03_d.jpg&quot; /&gt;Ao longo do mês de Outubro, Ubatuba recebeu dois importantes eventos do universo das tecnologias livres e de código aberto. O &lt;a href=&quot;http://ubatech.ubatuba.cc&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;UbaTech&lt;/a&gt;, que aconteceu entre os dias 11 e 13, estava mais focado em aspectos institucionais das tecnologias abertas: como utilizá-las para gerar inovação e aumentar a eficiência em diferentes tipos de organizações. Já o segundo - &lt;a href=&quot;http://ubatux.ubatuba.cc&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;ubatux&lt;/a&gt;, realizado entre os dias 21 e 27 - cobria um espectro mais amplo, voltando seu olhar a discutir oportunidades para jovens talentos locais, promover ações de inclusão digital e debater também aspectos de cultura livre e aberta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os dois eventos foram apadrinhados por Jon “Maddog” Hall - CEO da &lt;a href=&quot;http://optdyn.com&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;OptDyn&lt;/a&gt; e Presidente do Conselho do &lt;a href=&quot;http://lpi.org&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;LPI&lt;/a&gt; -, e contaram com o apoio destas organizações. Maddog estava acompanhado de Alex Karasulu, fundador e hoje CTO da OptDyn. Estavam na América Latina em um tour de apresentação do &lt;a href=&quot;http://subutai.io&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Subutai&lt;/a&gt;, produto de nuvem P2P da OptDyn que está em pleno desenvolvimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;UbaTech e ubatux tiveram também o suporte de diversas organizações que entenderam a importância de debater o papel das tecnologias livres e de código aberto na construção de futuros transformadores e sustentáveis para a cidade de Ubatuba.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Relatos sobre os eventos serão publicados nos próximos dias, aqui mesmo neste &lt;a href=&quot;/blog&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;blog&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://ubalab.org/node/180&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Seminário Tecnologias Livres na sua organização&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/eventos&quot;&gt;eventos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/ubatuba&quot;&gt;ubatuba&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/361&quot;&gt;ubatech&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/363&quot;&gt;ubatux&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/software-livre&quot;&gt;software livre&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/ubalab&quot;&gt;ubalab&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Thu, 16 Nov 2017 19:37:23 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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 <title>ubatux: festival de Tecnologia Aberta e Culturas Livres</title>
 <link>http://ubalab.org/node/178</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;p&gt;Ao longo desta semana, Ubatuba torna-se novamente o centro das tecnologias abertas no Brasil ao sediar o &lt;a href=&quot;http://ubatux.ubatuba.cc&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;ubatux&lt;/a&gt; - festival de Tecnologia Aberta e Culturas Livres. Os trabalhos se iniciam no sábado (21/10) na Escola Tancredo Neves, com a presença de &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Jon_Hall&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Jon &quot;Maddog&quot; Hall&lt;/a&gt; (CEO da &lt;a href=&quot;http://optdyn.com&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;OptDyn&lt;/a&gt; e Presidente do Conselho do &lt;a href=&quot;http://lpi.org&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Linux Professional Institute&lt;/a&gt;), além da apresentação do projeto &lt;a href=&quot;http://www.coolab.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Coolab&lt;/a&gt;, que está criando redes wifi autogestionadas em duas comunidades de Ubatuba. Em seguida, será realizada uma oficina de internet das coisas, conduzida pelas &lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/arduladiesbr/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;arduladies&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A programação continua até o dia 27/10. Confira a última versão em &lt;a href=&quot;http://ubatux.ubatuba.cc&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://ubatux.ubatuba.cc&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/363&quot;&gt;ubatux&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/eventos&quot;&gt;eventos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/ubatuba&quot;&gt;ubatuba&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/software-livre&quot;&gt;software livre&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/360&quot;&gt;linux&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Sat, 21 Oct 2017 01:24:48 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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 <title>UbaTech - tecnologias livres em Ubatuba</title>
 <link>http://ubalab.org/node/177</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://ubalab.org//drupal7/sites/ubalab.org/files/logo-ubatech.png&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Qual papel as Tecnologias Livres e de código aberto podem assumir no desenvolvimento de arranjos inovadores, abundantes, inclusivos e sustentáveis? A primeira edição do &lt;a href=&quot;http://ubatech.ubatuba.cc&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;strong&gt;UbaTech – Fórum de Tecnologias Livres&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; vai tocar nessas questões e em como elas repercutem no contexto local de Ubatuba, cidade no litoral norte paulista. Ubatuba é reconhecida como um destacado destino turístico brasileiro. Entretanto, a cidade precisa também desenvolver alternativas de desenvolvimento que permitam diversificar sua economia e garantir atividade ao longo do ano todo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O evento, liderado por &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Jon_Hall&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;strong&gt;Jon “Maddog” Hall&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; (CEO da &lt;a href=&quot;http://optdyn.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;OptDyn&lt;/a&gt; e Presidente do Conselho do &lt;a href=&quot;http://lpi.org&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Linux Professional Institute&lt;/a&gt; – LPI), acontece entre os dias 11 e 13 de outubro. Tem por objetivo principal consolidar as bases para transformar Ubatuba em um &lt;strong&gt;pólo de desenvolvimento de tecnologias livres&lt;/strong&gt;, que vai criar oportunidades em diversos campos. As tecnologias livres têm a capacidade de gerar resultados rapidamente, atraindo investimentos com baixo impacto ambiental e alto potencial de formação e inclusão de jovens talentos. Podem ainda se beneficiar de características particulares de Ubatuba, como a qualidade de vida, a diversidade cultural, o patrimônio natural e a localização a meio caminho entre as maiores capitais do país.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O UbaTech vai trazer a Ubatuba grandes nomes do universo das tecnologias livres para apresentar à cidade uma seleção de Tecnologias Livres e de código aberto, e debater o potencial que elas podem ter para os negócios, a administração pública, a educação e outros setores.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As Tecnologias Livres trazem diversos benefícios econômicos para uma cidade como Ubatuba:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;
	&lt;p&gt;oferecem a organizações (de qualquer tamanho) soluções de qualidade, desenvolvidas por especialistas no mundo inteiro, que aumentam a produtividade, reduzem custos e criam oportunidades de inovação;&lt;/p&gt;
	&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;
	&lt;p&gt;proporcionam a criação de arranjos econômicos locais, através dos quais integradores, programadores e outros fornecedores locais de tecnologias oferecem soluções customizadas às organizações locais, garantindo que o investimento em tecnologia seja tributado e reinvestido na própria cidade;&lt;/p&gt;
	&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;
	&lt;p&gt;contribuem para a absorção de mão de obra certificada em cursos técnicos e profissionalizantes, garantindo que os talentos formados na cidade encontrem oportunidades de carreira.&lt;/p&gt;
	&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;O UbaTech tem o apoio da Prefeitura de Ubatuba, da Associação Comercial, da Escola Técnica Municipal Tancredo Neves e da comunidade local de software livre para oferecer uma visão concreta sobre Tecnologias Livres e construir um plano de ação para consolidação de ações de tecnologia em Ubatuba, que poderá servir como piloto e modelo para outras cidades.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A programação completa estará sempre atualizada na página &lt;a href=&quot;http://ubatech.ubatuba.cc&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://ubatech.ubatuba.cc&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/360&quot;&gt;linux&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/software-livre&quot;&gt;software livre&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/ubatuba&quot;&gt;ubatuba&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/361&quot;&gt;ubatech&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/362&quot;&gt;optdyn&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/educacao&quot;&gt;educação&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Thu, 28 Sep 2017 12:19:38 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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 <title>Vídeo - Ciência Aberta Ubatuba</title>
 <link>http://ubalab.org/node/176</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;p&gt;O projeto de pesquisa-ação &lt;a href=&quot;http://cienciaaberta.ubatuba.cc&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Ciência Aberta Ubatuba&lt;/a&gt; foi coordenado pelo &lt;a href=&quot;http://www.ibict.br&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;IBICT&lt;/a&gt; com recursos do &lt;a href=&quot;http://idrc.ca&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;IDRC&lt;/a&gt; e contou com apoio do &lt;a href=&quot;http://ubalab.org&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;UbaLab&lt;/a&gt;, desde sua elaboração no fim de 2014 até a apresentação no Chipre em junho de 2017. O projeto fazia parte da rede internacional &lt;a href=&quot;http://ocsdnet.org&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;OCSDNet&lt;/a&gt;. Teve diversos frutos diretos e indiretos em Ubatuba e outras localidades. Do nosso ponto de vista, os mais importantes foram a &lt;a href=&quot;http://inc.ubalab.org&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;inc.ubalab&lt;/a&gt; e o &lt;a href=&quot;http://wiki.ubatuba.cc/doku.php?id=linda:lindageo&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;LindaGeo&lt;/a&gt;. Na reta final do projeto, o &lt;a href=&quot;http://varandaestudio.tumblr.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Estúdio Varanda&lt;/a&gt; preparou uma documentação em vídeo que foi lançada na semana passada:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/edit?o=U&amp;amp;video_id=b1y4vtqTUXE&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Vídeo-relato final&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/playlist?list=PL4qxxbzI7iyTYB1bJELWWiXw4TnwNui6F&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Série &quot;recortes&quot;&lt;/a&gt; (entrevistas curtas).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/video&quot;&gt;video&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/357&quot;&gt;ciência aberta&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/343&quot;&gt;ciência aberta ubatuba&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/358&quot;&gt;registro&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/346&quot;&gt;inc.ubalab&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/359&quot;&gt;lindageo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/geo&quot;&gt;geo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Sun, 20 Aug 2017 01:54:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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 <title>Laboratórios de inovação cidadã - Marcos Garcia no TEDxMadrid</title>
 <link>http://ubalab.org/node/175</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;p&gt;Marcos Garcia fala sobre inovação cidadã e  o Medialab Prado:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=LhfTr4UFMeg&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;https://www.youtube.com/watch?v=LhfTr4UFMeg&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/medialab-prado&quot;&gt;medialab prado&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/354&quot;&gt;tedx&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/355&quot;&gt;inovação cidadã&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/356&quot;&gt;madri&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Fri, 11 Aug 2017 03:00:22 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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 <title>Sobre nomenclatura: inovação socioecológica</title>
 <link>http://ubalab.org/node/172</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;p&gt;Publiquei um artigo no medium, propondo o uso da expressão &quot;inovação socioecológica&quot; para construir uma narrativa comum entre diversos projetos:&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;&lt;a href=&quot;https://medium.com/@felipefonseca/inova%C3%A7%C3%A3o-socioecol%C3%B3gica-391473cdd1d4&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Inovação Socioecológica&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Implodiram-se os manuais que simplificavam as questões do mundo. Não existe um conjunto de 7, 10 ou 12 instruções que traga harmonia entre nós seres humanos, outros seres vivos, e tudo aquilo que nos cerca e a eles. Nem se fossem 37 instruções, ou mesmo 42. O manual não-escrito nunca virá.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como seguirão vivendo as pequenas coisas que vivem nas camadas superficiais deste grande planeta? Coisas que vivem e (se) alimentam (d)as vidas umas das outras, que vivem e matam umas às outras também, e nisso parecem tornar-se cada vez mais inconscientes, compulsivas e eficientes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Implodem-se também os mapas do futuro e seus múltiplos ismos. A descrição do cenário é incerta, as rotas conhecidas levam a destinos terríveis. O terreno mesmo se contorce a todo momento. As placas do caminho são trocadas, seja por pilhéria, ignorância ou maldade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Muitos olhos buscam longe, além dos muros cinzas e das tempestades escuras e dos desertos vazios, e além do próprio nada. Buscam longe, além do horizonte, um indício qualquer de esperança em que se possa confiar. Um indício de que se pode voltar a respirar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E ainda assim se respira. E se confia. E ainda sem mapas se caminha e passa-se por lindos lugares. E sem manuais se vive, e conectam-se seres em redes, e ama-se ainda mais e de mais diversas formas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Precisamos perceber que as respostas podem não estar além do horizonte, mas logo ao lado de quem as busca. Do molar ao molecular. Da busca de outros mundos ao reconhecimento da vizinhança. Do inviável ao subestimado. Ali onde menos se espera, ali sim se respira fundo. E se sorri, e se conversa. Vive-se a vida.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Faltam palavras definitivas, é verdade. Palavras que estabeleçam de maneira exata e inconteste o que se deseja e expliquem bem o que se faz. É necessário entretanto aceitar essa falta de clareza, justamente porque diversos são os desejos e muitas são as visões de mundo. Uma expressão qualquer será algo para um/a e nada para outrx, ou ainda outra coisa no meio-termo. Trata-se assim de encontrar termos ainda que imperfeitos e quiçá instáveis, temporários, mas pontualmente suficientes. Que não sejam descrições conclusivas, mas pontes entre os diferentes entendimentos possíveis. Que em sua existência tornem-se pontos de cooperação entre perspectivas diversas. Termos em disputa, instrumentos de luta. Objetos-fronteira, interpretados de forma diversa a depender de quem olha, mas ainda assim dotados de potência e existência. Ou até de múltiplas existências, até mais existentes que outros objetos.&lt;/p&gt;

&lt;div&gt; &lt;/div&gt;

&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt;Este texto traz uma proposta: de que tudo aquilo que vai construir um mundo melhor está já à mão. São saberes, pontos de vista e tradições. São ferramentas, métodos e rituais. O mundo melhor, entende-se aqui, será mais justo, mais diverso, mais includente, mais sustentável. E o que não está à mão é por definição inalcançável, logo não deveria tirar nosso sono ou fôlego.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Este texto traz uma proposta: de que tudo aquilo que vai construir um mundo melhor está já à mão.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O outro mundo possível, e também o mundo melhor viável, vêm sendo costurados por incontáveis mentes, costas e mãos. Em cada lugar em que transparecem as inevitáveis contradições e inconsistências da história central do mundo contemporâneo, existe gente criando maneiras de superá-las. Mas onde estão essas experiências? Sendo assim pulverizadas, e atentas a suas próprias questões, teriam elas uma constituição coletiva? Por vezes são descartadas como triviais, ou por demais mundanas para chamar a atenção. Frequentemente situam-se a uma grande distância das narrativas épicas do mundo contemporâneo. E talvez seja essa discrição uma de suas mais importantes características.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;“(…) Minha avó, ela era transgressora.&lt;br /&gt;
No propósito ela me disse que até as mariposas gostavam&lt;br /&gt;
de roçar nas obras verdes.&lt;br /&gt;
Entendi que obras verdes seriam aquelas feitas no dia.&lt;br /&gt;
Daí que também a vó me ensinou a não desprezar as coisas&lt;br /&gt;
desprezíveis&lt;br /&gt;
E nem os seres desprezados. ” (Obrar, Manoel de Barros)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Existem pessoas que dedicam-se justamente a observar essas práticas novas e antigas, e trabalham para criar uma narrativa que as identifique, aproxime, impulsione e multiplique. &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://thackara.com/thackarathrive/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;John Thackara&lt;/a&gt;, escritor britânico que vive no sul da França, estima em milhões no mundo todo a quantidade de grupos dedicados a ações de mudança para um mundo melhor. São iniciativas ultralocais e enraizadas, mas ao mesmo tempo internacionais e hiperconectadas, como ele enumera sem esgotar (aqui em tradução livre):&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;“(…) seus números incluem anjos da energia, magos dos ventos, e administradores de reservatórios hídricos. Há os planejadores biorregionais, historiadores ecológicos e guardas-florestais comunitários. Junto com removedores de represas, restauradores de rios e coletores de chuvas, existem os agricultores urbanos, banqueiros de sementes, e mestres da conservação. Você vai encontrar desmanchadores de construções, recondicionadores de prédios de escritórios, e levantadores de celeiros. Há os pintores naturais e os encanadores verdes. Há os renovadores de estacionamentos de trailers, e corretores de terras de uso compartilhado. O movimento envolve recicladores de computadores, remixadores de hardware, e reutilizadores têxteis. Ele se estende a designers de moedas locais. Há os doutores comunitários. E cuidadores de idosos. E professores ecológicos.” (Thackara)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A percepção parece fazer sentido. Também nas cidades brasileiras esses temas têm surgido. Aqui em Ubatuba, por exemplo, há os bioconstrutores e os permacultores, algumas comunidades tradicionais que sempre fizeram aquilo que hoje se chama agrofloresta, os inventores vernaculares, e ainda as redes de alimentos orgânicos e as moedas sociais, entre tantos outros exemplos. E mesmo em um lugar relativamente pequeno, no qual muitos dos participantes se conhecem pessoalmente, é difícil descrevê-los de forma coletiva. Como então falar sobre essas iniciativas? Existe um nome que as abrange e define?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No espírito da primeira metade deste texto, propõe-se aqui um objeto-fronteira — uma construção que permita falar sobre esses assuntos, entre grupos que adotam vocabulários distintos ou mesmo conflitantes. Uma descrição assumidamente imperfeita e instável, mas que seja significativa. E que em cuja própria disputa de significado se possam trilhar caminhos profícuos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A opção feita aqui é tratar todas essas iniciativas como manifestações de “inovação socioecológica”. Um termo altamente ambíguo, com certeza. Em particular por falar em “inovação” para construir esse objeto-fronteira, e convém reconhecer algumas das implicações de tal termo. É necessário, por óbvio, ignorar o imenso volume de besteiras sobre inovação que frequenta massivamente as prateleiras centrais das livrarias comerciais. Esse recorte costuma oscilar entre os compêndios de obviedades, a criação de fórmulas de impossível aplicação (porque criadas como espelhos retrovisores bitolados para olhar processos que não são lineares) ou ainda um roupagem particular dos manuais de autoajuda. Também não se trata da inovação como “destruição criativa” Schumpeteriana, cujo uso superficial (e equivocado) propõe a instabilidade sistêmica para promover crescimento econômico com baixo risco político em economias capitalistas industriais e pós-industriais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ricardo Ruiz e Emmanuel Costa contam que, durante quase dois mil anos, o termo “inovação” tinha uma conotação notadamente negativa, descrevendo práticas que iam “contra a tradição e o costume da maioria”. Foi só recentemente que o termo inovação transformou-se, foi descontestado e assimilado pelo &lt;em&gt;establishment&lt;/em&gt;:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;“O século XX fez da inovação uma ideologia, ou um termo não contestado: a inovação adquiriu uma conotação dominantemente (e quase exclusivamente) positiva. A inovação tornou-se uma prática não controversa, um significante institucionalizado e um princípio ordenante e estruturante do pensamento e da ação.” (Ruiz e Costa, no prelo)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Lee Vinsel e Andrew Russell, professores e pesquisadores estadunidenses, &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;https://aeon.co/essays/innovation-is-overvalued-maintenance-often-matters-more&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;identificam um momento crucial desta transformação&lt;/a&gt; (em tradução livre):&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;“Os destinos das nações em lados opostos da Cortina de Ferro ilustram boas razões que levaram ao crescimento da inovação como palavra da moda e conceito organizador. Ao longo do século XX, as sociedades abertas que celebravam a diversidade, a novidade e o progresso tinham melhores resultados do que aquelas fechadas que defendiam a uniformidade e a ordem.&lt;br /&gt;
No fim dos anos 1960, frente à Guerra do Vietnã, à degradação ambiental, aos assassinatos de Kennedy e [Martin Luther] King, e a outras decepções sociais e tecnológicas, tornou-se mais difícil crer no progresso moral e social. Para tomar o lugar do progresso, a ‘inovação’, um conceito menor e moralmente neutro, cresceu. A inovação oferecia uma maneira de celebrar as conquistas de uma era de alta tecnologia sem esperar muito delas em relação a melhorias morais e sociais.” (Vinsel e Russell)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A inovação socioecológica que se propõe aqui não se coloca como uma mera fatia dessa inovação despolitizada e assimilada. Pelo contrário, pretende disputar significado e expandir o universo de referências e motivações para a inovação. Primeiramente minando seus instrumentos de valoração. O mercado é reconhecido como apenas uma entre diversas maneiras de atribuir valor ao trabalho e às ideias, e de mediar suas relações. Ele pode ser utilizado em partes da inovação socioecológica, mas não será sua única medida. A perspectiva socioecológica orienta-se de modo geral à construção de um mundo melhor, e esse sentido exige pensar em formas mais complexas e inteligentes do que a mera redução de tudo a números. Menos PIB, mais índices de felicidade — bruta, líquida, etérea e onírica!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Chamar de inovação socioecológica aquele conjunto amplo de práticas mencionadas anteriormente não virá sem problemas. Há óbvias limitações: simplificação de questões complexas, recusas legítimas de ordem cultural ou ideológica, medo da latente submissão ao discurso dominante e à lógica de mercado. Ainda assim, é em busca de criar pontes entre grupos tão diversos e tão dispersos que pode ser relevante como objeto-fronteira — compreendido e mobilizado de formas também diversas e dispersas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Inovação socioecológica como eixo de reflexão, ação e propósitos. Estamos começando a construir &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://sei.eco&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;uma plataforma&lt;/a&gt; para aproximar essas práticas. Jogo a bola ao ar. Será que alguém devolve?&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/inovacao&quot;&gt;inovação&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/352&quot;&gt;inovação socioecológica&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/351&quot;&gt;prisma&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/353&quot;&gt;sei.eco&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/ubatuba&quot;&gt;ubatuba&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Fri, 14 Jul 2017 23:51:46 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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