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 <title>UbaLab. - sei.eco</title>
 <link>http://ubalab.org/taxonomy/term/353</link>
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 <language>pt-br</language>
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 <title>sei.eco — mais informações e… RECOMPENSA EM DOBRO!</title>
 <link>http://ubalab.org/node/182</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;p&gt;Aproveitando esta última semana do ano para contar um pouco sobre os planos da plataforma &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://sei.eco&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;sei.eco&lt;/a&gt; e nossa &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://campanha.sei.eco&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;campanha de crowdfunding&lt;/a&gt; no Kickante. Mas antes, vou compartilhar uma notícia fresquinha: fechamos uma parceria com o Nodo Local de Ubatuba da &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://wiki.ubatuba.cc/doku.php?id=faircoop&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FairCoop&lt;/a&gt;, que vai dobrar as recompensas da campanha para as primeiras pessoas que contribuírem.&lt;/p&gt;

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&lt;p&gt;Explico melhor: desde o lançamento do crowdfunding, já estávamos oferecendo recompensas em &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;https://fair-coin.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FairCoin&lt;/a&gt;, no valor equivalente a 10% de cada contribuição realizada no Kickante. FairCoin é a criptomoeda criada pela rede internacional &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://fair.coop&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FairCoop&lt;/a&gt; como ferramenta para promover uma economia mais justa, descentralizada e geradora de autonomia. Como já &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;https://medium.com/@felipefonseca/sei-eco-campanha-de-arrecada%C3%A7%C3%A3o-coletiva-290007189f95&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;comentei anteriormente&lt;/a&gt;, um dos elementos que protegem a FairCoin contra a volatilidade que se vê em outras criptomoedas é justamente o fato de estar claramente subordinada a uma visão de mundo sustentável, includente e ancorada a empreendimentos no mundo real.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;Ecossistema da FairCoop&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;

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&lt;p&gt;No momento em que os recursos arrecadados pela campanha de crowdfunding estiverem disponíveis, criaremos carteiras privativas de FairCoin para cada um dos apoiadores. As carteiras permanecerão reservadas pelo período de três meses após sua criação, quando serão então entregues aos apoiadores juntamente com um primeiro relatório de atividades do projeto piloto. É possível que no período de três meses entre a conversão e a entrega, a recompensa tenha se valorizado (ao longo de 2017, a cotação da FairCoin aumentou 2000%). Uma vez que as recompensas estiverem em mãos dos apoiadores, eles poderão optar livremente por: manter o valor em FairCoin; utilizá-lo para comprar produtos ou contratar serviços (no &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;https://market.fair.coop/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FairMarket&lt;/a&gt; ou outras lojas e produtores que aceitem FairCoin); doar recursos para o Fundo de Inovação Socioecológica; ou até converter o valor de volta em reais através do Nodo Local de Ubatuba ou de alguma corretora de câmbio.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O que o apoio do Nodo Local de Ubatuba está oferecendo agora é &lt;strong&gt;dobrar a recompensa dos primeiros apoiadores&lt;/strong&gt;, até o teto do valor em FairCoin equivalente a R$ 1.000. Ou seja, até alcançarmos R$ 10.000 em contribuições, cada cem reais recebidos resultarão em uma recompensa equivalente a vinte reais no momento da conversão, em vez dos dez que já estávamos oferecendo. Minha recomendação é que façam logo suas contribuições, para não perder essa oportunidade única.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Do total de contribuições recebidas, outros 10% serão também convertidos em FairCoin e reservados, para constituir o Fundo de Inovação Socioecológica. O funcionamento do fundo ainda será especificado ao longo dos próximos meses, mas a ideia central é que futuramente ele se torne o principal instrumento de financiamento tanto para a plataforma sei.eco em si quanto para projetos colaborativos criados por sua comunidade de usuários. O valor reservado em FairCoin para o Fundo de Inovação Socioecológica só poderá ser utilizado a partir de agosto de 2018.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os restantes 80% dos recursos arrecadados pela campanha serão (após descontadas taxas de serviço, impostos e afins) investidos no desenvolvimento do projeto piloto da plataforma sei.eco, ao longo do primeiro semestre de 2018. Algumas das demandas que vamos cobrir neste período são:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- Definir modelo institucional e de governança compartilhada para o portal sei.eco e o Fundo de Inovação Socioecológica;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- Identidade visual;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- Primeira versão viável do portal vertical sei.eco, com funcionalidades básicas;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- Curadoria e publicação continuadas de conteúdo de qualidade sobre inovação socioecológica;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- Desenvolvimento e teste de modelos de negócios para a plataforma, trabalhando com um grupo de iniciativas pioneiras, e buscando desenhos circulares, participativos e solidários;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- Captação de recursos para a implementação em escala a partir do segundo semestre de 2018;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;- Constituir um arco de alianças com organizações éticas e colaborativas, preparando para a implementação em escala.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Naturalmente, vamos percorrer todas estas etapas convidando todas as pessoas interessadas em participar, documentando nossas descobertas e compartilhando com licenças abertas tudo que produzirmos. Mas para isso precisamos dar os primeiros passos, e sua ajuda é fundamental — seja divulgando a campanha, nos trazendo feedback e dicas, ou &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://campanha.sei.eco&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;fazendo a sua contribuição &lt;/a&gt;— e aproveitando que por algum tempo temos &lt;strong&gt;RECOMPENSA EM DOBRO!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um bom fim de ano para todo mundo… que sigamos construindo os futuros que queremos!&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/353&quot;&gt;sei.eco&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/ubalab&quot;&gt;ubalab&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/373&quot;&gt;crowdfunding&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/352&quot;&gt;inovação socioecológica&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Wed, 27 Dec 2017 20:18:14 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">182 at http://ubalab.org</guid>
</item>
<item>
 <title>sei.eco — campanha de arrecadação coletiva</title>
 <link>http://ubalab.org/node/181</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt;A plataforma &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://sei.eco&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong&gt;sei.eco&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; tem por objetivo conectar pessoas e organizações que trabalham com &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;https://medium.com/@felipefonseca/inova%C3%A7%C3%A3o-socioecol%C3%B3gica-391473cdd1d4&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;inovação socioecológica&lt;/a&gt;. Incluímos neste recorte todas aquelas iniciativas que buscam construir um mundo melhor levando em conta aspectos sociais, ambientais, culturais e econômicos. Por exemplo, aquelas ligadas às seguintes áreas:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;agroecologia;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;saúde natural e plantas medicinais;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;economia circular;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;produção artesanal;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;fabricação digital;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;participação e controle social;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;cooperativismo integral;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;tecnologias livres e apropriadas: soberania tecnológica;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;alimentação saudável;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;economia solidária e comércio justo;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;permacultura;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;urbanismo emergente;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;upcycling, manutenção e consertos;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;moradia sustentável;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;autonomia energética;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;mobilidade de baixo impacto;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;participação e controle social;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;bioconstrução;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;culturas da terra;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;educação diferenciada.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Tais iniciativas frequentemente trabalham em escala ultralocal, e ao mesmo tempo expressam o desejo de atuar de maneira conectada e dialogando em rede, no mundo inteiro. A missão da plataforma &lt;strong&gt;sei.eco&lt;/strong&gt; é facilitar os encontros entre estas pontas: aproximar quem tem pra ensinar de quem quer aprender; conectar quem oferece produtos ou serviços com quem precisa desses produtos e serviços.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Concepção&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A plataforma sei.eco adota princípios do &lt;em&gt;Design Thinking&lt;/em&gt; para garantir que qualquer ferramenta ou recurso desenvolvidos estejam ligados a demandas reais de sua comunidade de interesse. Será construída através das chamadas &lt;em&gt;metodologias ágeis&lt;/em&gt; de desenvolvimento, que preveem um ciclo permanente de construção, experimentação e aprendizado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ao longo do período de concepção de sei.eco (segundo semestre de 2017), encontramos alguns eixos em torno dos quais se agrupam as principais demandas de projetos de inovação socioecológica. São eles: Financiamento, Educação, Eventos, Comércio, Colaboração e Divulgação.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Financiamento e Investimento&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Ainda que a inovação possa ser adotada gradativamente e com recursos das próprias iniciativas, é importante também que haja maneiras de investir recursos em ações que não necessariamente garantem um retorno direto do investimento. É o caso da pesquisa e da experimentação; de ações de base e formação; do aprofundamento conceitual; do intercâmbio e cooperação; e ainda de projetos de risco orientados à modelagem do futuro. O projeto sei.eco prevê a criação de um &lt;em&gt;fundo de inovação socioecológica&lt;/em&gt;, baseado em FairCoin e alimentado por diversas fontes, que criará convocatórias para o financiamento e a mentoria de projetos dentre a comunidade de interesse da plataforma. O fundo será gerido pela comunidade de interesse que constitui a plataforma.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Educação&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Vamos adotar a perspectiva do &lt;em&gt;aprendizado distribuído&lt;/em&gt;, que propõe a construção de itinerários de aprendizado entre quaisquer pessoas ou grupos que tenham referências a compartilhar. Partimos do princípio de que cada indivíduo tem seu próprio caminho de aprendizado, e que ao compartilhar esses caminhos é possível aliar as vantagens do autodidatismo e do aprendizado social. Teremos ainda uma vertente de formação profissional voltada aos projetos de inovação socioecológica, trazendo instrumentos avançados de gestão e inovação para a comunidade de interesse.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Eventos&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Ofereceremos funcionalidades para a organização e gestão de eventos — educacionais, culturais, sociais e científicos -, que frequentemente são importantes fontes de recursos para iniciativas de inovação socioecológica. A plataforma possibilitará a formação de parcerias que aliem a oferta de atividades, de transporte, de hospedagem e de alimentação para os eventos. As iniciativas poderão optar por receber pagamentos em FairCoin ou em Reais. As ferramentas estarão integradas com diferentes redes sociais para a divulgação e compartilhamento.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Comércio Justo e Economia Solidária&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Vamos desenvolver ferramentas para comércio justo, redes de compras coletivas, cooperação em logística, gestão de vendas e contatos, entre outras maneiras de alavancar iniciativas que já têm uma atuação sustentável e includente. Os projetos participantes poderão optar por adotar a criptomoeda FairCoin, criada pela FairCoop justamente com a finalidade de oferecer um meio de troca seguro e autônomo entre projetos cooperativos em escala global.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Colaboração&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Trabalharemos sempre a serviço da colaboração direta entre membros da comunidade de interesse em inovação socioecológica, promovendo a fluência entre iniciativas que têm questões, demandas ou referências em comum. A plataforma será uma tela em branco para a criação de ações colaborativas.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Divulgação&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Nossa missão é combater a fragmentação existente entre as iniciativas de inovação socioecológica, sem no entanto tratá-las como um todo homogêneo, o que reduziria sua potência. A única maneira de caminhar entre esses dois extremos é oferecer espaço para que as iniciativas se expressem com voz própria e possam reconhecer-se umas às outras como parte do mesmo cenário. E a partir daí, dialogar com um público mais amplo. Para isso, a plataforma terá uma atuação consistente na produção de conteúdo de qualidade, tornando-se um espaço de referência sobre as diferentes vertentes daquilo que chamamos de inovação socioecológica.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No momento, estamos com uma campanha de arrecadação coletiva de recursos (&lt;em&gt;crowdfunding&lt;/em&gt;) para financiar o projeto piloto de sei.eco através da plataforma Kickante. A campanha está disponível no endereço &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://campanha.sei.eco&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://campanha.sei.eco&lt;/a&gt;. Fica no ar até meados de fevereiro de 2018. E oferece como recompensa aos doadores uma contrapartida de 10% do valor investido, na forma de carteiras de FairCoin que estarão disponíveis a partir de três meses após os recursos arrecadados pela campanha estarem disponíveis.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Após este período, o colaborador terá a oportunidade de escolher entre: manter o investimento em FairCoin; reinvestir o valor em FairCoin no Fundo de Inovação Socioecológica; ou então utilizar as FairCoins em qualquer outra operação que as aceite — inclusive em operações de câmbio em corretoras como a Bittrex. A tendência deflacionária da FairCoin indica que a poupança no período deve resultar em um valor maior do que os 40% inicialmente convertidos. Possivelmente, muito maior.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;FairCoin/FairCoop&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;A FairCoin é uma criptomoeda concebida pela &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://fair.coop&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FairCoop&lt;/a&gt;, rede internacional que promove o cooperativismo integral. Ao contrário de outras criptomoedas, a FairCoin não implica em dispêndio de quantidades absurdas de energia elétrica, e ela é totalmente baseada em princípios cooperativos. Encontra-se atualmente entre as 100 criptomoedas com maior valorização de mercado (cerca de 100 milhões de dólares, em dezembro de 2017), e deve continuar a ganhar posições justamente por conta de sua solidez conceitual e administrativa. A FairCoin tem princípios claros: foi criada como um instrumento para alavancar uma economia alternativa real baseada no cooperativismo. Conta (também em dezembro de 2017) com cerca de cinquenta Nodos Locais em todo o mundo. Tem processos abertos e democráticos de decisão e desenvolvimento, inclusive sobre a utilização da reserva de 20% do montante da moeda como barreira contra a especulação que assola outras criptomoedas.&lt;/p&gt;

&lt;h3&gt;Contexto&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;A plataforma sei.eco foi concebida em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, pelo &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://ubalab.org&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;UbaLab&lt;/a&gt; — laboratório de educação aberta, inovação cidadã e tecnologias livres. Faz parte da construção do Pólise — pólo de inovação socioecológica de Ubatuba.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/353&quot;&gt;sei.eco&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/352&quot;&gt;inovação socioecológica&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/371&quot;&gt;campanha&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/ubatuba&quot;&gt;ubatuba&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/372&quot;&gt;pólise&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Sun, 24 Dec 2017 03:36:42 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">181 at http://ubalab.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Sobre nomenclatura: inovação socioecológica</title>
 <link>http://ubalab.org/node/172</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;p&gt;Publiquei um artigo no medium, propondo o uso da expressão &quot;inovação socioecológica&quot; para construir uma narrativa comum entre diversos projetos:&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;&lt;a href=&quot;https://medium.com/@felipefonseca/inova%C3%A7%C3%A3o-socioecol%C3%B3gica-391473cdd1d4&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Inovação Socioecológica&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Implodiram-se os manuais que simplificavam as questões do mundo. Não existe um conjunto de 7, 10 ou 12 instruções que traga harmonia entre nós seres humanos, outros seres vivos, e tudo aquilo que nos cerca e a eles. Nem se fossem 37 instruções, ou mesmo 42. O manual não-escrito nunca virá.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como seguirão vivendo as pequenas coisas que vivem nas camadas superficiais deste grande planeta? Coisas que vivem e (se) alimentam (d)as vidas umas das outras, que vivem e matam umas às outras também, e nisso parecem tornar-se cada vez mais inconscientes, compulsivas e eficientes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Implodem-se também os mapas do futuro e seus múltiplos ismos. A descrição do cenário é incerta, as rotas conhecidas levam a destinos terríveis. O terreno mesmo se contorce a todo momento. As placas do caminho são trocadas, seja por pilhéria, ignorância ou maldade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Muitos olhos buscam longe, além dos muros cinzas e das tempestades escuras e dos desertos vazios, e além do próprio nada. Buscam longe, além do horizonte, um indício qualquer de esperança em que se possa confiar. Um indício de que se pode voltar a respirar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E ainda assim se respira. E se confia. E ainda sem mapas se caminha e passa-se por lindos lugares. E sem manuais se vive, e conectam-se seres em redes, e ama-se ainda mais e de mais diversas formas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Precisamos perceber que as respostas podem não estar além do horizonte, mas logo ao lado de quem as busca. Do molar ao molecular. Da busca de outros mundos ao reconhecimento da vizinhança. Do inviável ao subestimado. Ali onde menos se espera, ali sim se respira fundo. E se sorri, e se conversa. Vive-se a vida.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Faltam palavras definitivas, é verdade. Palavras que estabeleçam de maneira exata e inconteste o que se deseja e expliquem bem o que se faz. É necessário entretanto aceitar essa falta de clareza, justamente porque diversos são os desejos e muitas são as visões de mundo. Uma expressão qualquer será algo para um/a e nada para outrx, ou ainda outra coisa no meio-termo. Trata-se assim de encontrar termos ainda que imperfeitos e quiçá instáveis, temporários, mas pontualmente suficientes. Que não sejam descrições conclusivas, mas pontes entre os diferentes entendimentos possíveis. Que em sua existência tornem-se pontos de cooperação entre perspectivas diversas. Termos em disputa, instrumentos de luta. Objetos-fronteira, interpretados de forma diversa a depender de quem olha, mas ainda assim dotados de potência e existência. Ou até de múltiplas existências, até mais existentes que outros objetos.&lt;/p&gt;

&lt;div&gt; &lt;/div&gt;

&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt;Este texto traz uma proposta: de que tudo aquilo que vai construir um mundo melhor está já à mão. São saberes, pontos de vista e tradições. São ferramentas, métodos e rituais. O mundo melhor, entende-se aqui, será mais justo, mais diverso, mais includente, mais sustentável. E o que não está à mão é por definição inalcançável, logo não deveria tirar nosso sono ou fôlego.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Este texto traz uma proposta: de que tudo aquilo que vai construir um mundo melhor está já à mão.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O outro mundo possível, e também o mundo melhor viável, vêm sendo costurados por incontáveis mentes, costas e mãos. Em cada lugar em que transparecem as inevitáveis contradições e inconsistências da história central do mundo contemporâneo, existe gente criando maneiras de superá-las. Mas onde estão essas experiências? Sendo assim pulverizadas, e atentas a suas próprias questões, teriam elas uma constituição coletiva? Por vezes são descartadas como triviais, ou por demais mundanas para chamar a atenção. Frequentemente situam-se a uma grande distância das narrativas épicas do mundo contemporâneo. E talvez seja essa discrição uma de suas mais importantes características.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;“(…) Minha avó, ela era transgressora.&lt;br /&gt;
No propósito ela me disse que até as mariposas gostavam&lt;br /&gt;
de roçar nas obras verdes.&lt;br /&gt;
Entendi que obras verdes seriam aquelas feitas no dia.&lt;br /&gt;
Daí que também a vó me ensinou a não desprezar as coisas&lt;br /&gt;
desprezíveis&lt;br /&gt;
E nem os seres desprezados. ” (Obrar, Manoel de Barros)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Existem pessoas que dedicam-se justamente a observar essas práticas novas e antigas, e trabalham para criar uma narrativa que as identifique, aproxime, impulsione e multiplique. &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://thackara.com/thackarathrive/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;John Thackara&lt;/a&gt;, escritor britânico que vive no sul da França, estima em milhões no mundo todo a quantidade de grupos dedicados a ações de mudança para um mundo melhor. São iniciativas ultralocais e enraizadas, mas ao mesmo tempo internacionais e hiperconectadas, como ele enumera sem esgotar (aqui em tradução livre):&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;“(…) seus números incluem anjos da energia, magos dos ventos, e administradores de reservatórios hídricos. Há os planejadores biorregionais, historiadores ecológicos e guardas-florestais comunitários. Junto com removedores de represas, restauradores de rios e coletores de chuvas, existem os agricultores urbanos, banqueiros de sementes, e mestres da conservação. Você vai encontrar desmanchadores de construções, recondicionadores de prédios de escritórios, e levantadores de celeiros. Há os pintores naturais e os encanadores verdes. Há os renovadores de estacionamentos de trailers, e corretores de terras de uso compartilhado. O movimento envolve recicladores de computadores, remixadores de hardware, e reutilizadores têxteis. Ele se estende a designers de moedas locais. Há os doutores comunitários. E cuidadores de idosos. E professores ecológicos.” (Thackara)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A percepção parece fazer sentido. Também nas cidades brasileiras esses temas têm surgido. Aqui em Ubatuba, por exemplo, há os bioconstrutores e os permacultores, algumas comunidades tradicionais que sempre fizeram aquilo que hoje se chama agrofloresta, os inventores vernaculares, e ainda as redes de alimentos orgânicos e as moedas sociais, entre tantos outros exemplos. E mesmo em um lugar relativamente pequeno, no qual muitos dos participantes se conhecem pessoalmente, é difícil descrevê-los de forma coletiva. Como então falar sobre essas iniciativas? Existe um nome que as abrange e define?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No espírito da primeira metade deste texto, propõe-se aqui um objeto-fronteira — uma construção que permita falar sobre esses assuntos, entre grupos que adotam vocabulários distintos ou mesmo conflitantes. Uma descrição assumidamente imperfeita e instável, mas que seja significativa. E que em cuja própria disputa de significado se possam trilhar caminhos profícuos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A opção feita aqui é tratar todas essas iniciativas como manifestações de “inovação socioecológica”. Um termo altamente ambíguo, com certeza. Em particular por falar em “inovação” para construir esse objeto-fronteira, e convém reconhecer algumas das implicações de tal termo. É necessário, por óbvio, ignorar o imenso volume de besteiras sobre inovação que frequenta massivamente as prateleiras centrais das livrarias comerciais. Esse recorte costuma oscilar entre os compêndios de obviedades, a criação de fórmulas de impossível aplicação (porque criadas como espelhos retrovisores bitolados para olhar processos que não são lineares) ou ainda um roupagem particular dos manuais de autoajuda. Também não se trata da inovação como “destruição criativa” Schumpeteriana, cujo uso superficial (e equivocado) propõe a instabilidade sistêmica para promover crescimento econômico com baixo risco político em economias capitalistas industriais e pós-industriais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ricardo Ruiz e Emmanuel Costa contam que, durante quase dois mil anos, o termo “inovação” tinha uma conotação notadamente negativa, descrevendo práticas que iam “contra a tradição e o costume da maioria”. Foi só recentemente que o termo inovação transformou-se, foi descontestado e assimilado pelo &lt;em&gt;establishment&lt;/em&gt;:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;“O século XX fez da inovação uma ideologia, ou um termo não contestado: a inovação adquiriu uma conotação dominantemente (e quase exclusivamente) positiva. A inovação tornou-se uma prática não controversa, um significante institucionalizado e um princípio ordenante e estruturante do pensamento e da ação.” (Ruiz e Costa, no prelo)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Lee Vinsel e Andrew Russell, professores e pesquisadores estadunidenses, &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;https://aeon.co/essays/innovation-is-overvalued-maintenance-often-matters-more&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;identificam um momento crucial desta transformação&lt;/a&gt; (em tradução livre):&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;“Os destinos das nações em lados opostos da Cortina de Ferro ilustram boas razões que levaram ao crescimento da inovação como palavra da moda e conceito organizador. Ao longo do século XX, as sociedades abertas que celebravam a diversidade, a novidade e o progresso tinham melhores resultados do que aquelas fechadas que defendiam a uniformidade e a ordem.&lt;br /&gt;
No fim dos anos 1960, frente à Guerra do Vietnã, à degradação ambiental, aos assassinatos de Kennedy e [Martin Luther] King, e a outras decepções sociais e tecnológicas, tornou-se mais difícil crer no progresso moral e social. Para tomar o lugar do progresso, a ‘inovação’, um conceito menor e moralmente neutro, cresceu. A inovação oferecia uma maneira de celebrar as conquistas de uma era de alta tecnologia sem esperar muito delas em relação a melhorias morais e sociais.” (Vinsel e Russell)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A inovação socioecológica que se propõe aqui não se coloca como uma mera fatia dessa inovação despolitizada e assimilada. Pelo contrário, pretende disputar significado e expandir o universo de referências e motivações para a inovação. Primeiramente minando seus instrumentos de valoração. O mercado é reconhecido como apenas uma entre diversas maneiras de atribuir valor ao trabalho e às ideias, e de mediar suas relações. Ele pode ser utilizado em partes da inovação socioecológica, mas não será sua única medida. A perspectiva socioecológica orienta-se de modo geral à construção de um mundo melhor, e esse sentido exige pensar em formas mais complexas e inteligentes do que a mera redução de tudo a números. Menos PIB, mais índices de felicidade — bruta, líquida, etérea e onírica!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Chamar de inovação socioecológica aquele conjunto amplo de práticas mencionadas anteriormente não virá sem problemas. Há óbvias limitações: simplificação de questões complexas, recusas legítimas de ordem cultural ou ideológica, medo da latente submissão ao discurso dominante e à lógica de mercado. Ainda assim, é em busca de criar pontes entre grupos tão diversos e tão dispersos que pode ser relevante como objeto-fronteira — compreendido e mobilizado de formas também diversas e dispersas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Inovação socioecológica como eixo de reflexão, ação e propósitos. Estamos começando a construir &lt;a class=&quot;markup--anchor markup--p-anchor&quot; href=&quot;http://sei.eco&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;uma plataforma&lt;/a&gt; para aproximar essas práticas. Jogo a bola ao ar. Será que alguém devolve?&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/inovacao&quot;&gt;inovação&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/352&quot;&gt;inovação socioecológica&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/351&quot;&gt;prisma&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/353&quot;&gt;sei.eco&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/ubatuba&quot;&gt;ubatuba&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Fri, 14 Jul 2017 23:51:46 +0000</pubDate>
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