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 <title>UbaLab. - cultura digital</title>
 <link>http://ubalab.org/tag/cultura-digital</link>
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 <language>pt-br</language>
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 <title>Oficina de Capacitação - Mapa Cultural de Ubatuba</title>
 <link>http://ubalab.org/node/157</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;p&gt;O Setorial de Cultura Urbana e Digital do &lt;a href=&quot;http://cmpc.ubatuba.cc/&quot;&gt;Conselho Municipal de Cultura de Ubatuba&lt;/a&gt;, a &lt;a href=&quot;http://fundart.com.br/&quot;&gt;Fundart &lt;/a&gt; e a Secretaria Municipal de TI de Ubatuba realizaram no dia 12/08/16 uma oficina livre de capacitação no Mapa Cultural de Ubatuba, iniciativa que conta com apoio do Hacklab e do Instituto TIM. O &lt;a href=&quot;http://mapacultural.ubatuba.sp.gov.br/&quot;&gt;Mapa Cultural&lt;/a&gt; está atrelado ao Sistema Municipal de Política Cultural de Ubatuba. Constitui um esforço continuado de identificação e relacionamento entre os diversos atores envolvidos com produção e fruição cultural na cidade de Ubatuba.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a data-flickr-embed=&quot;true&quot; href=&quot;https://www.flickr.com/photos/felipefonseca/albums/72157672315661886&quot; title=&quot;Mapa Cultural Ubatuba&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://c8.staticflickr.com/9/8603/28346887023_079bdba8ff_c.jpg&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;600&quot; alt=&quot;Mapa Cultural Ubatuba&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;script async=&quot;&quot; src=&quot;//embedr.flickr.com/assets/client-code.js&quot; charset=&quot;utf-8&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;p&gt;
A oficina começou com uma breve apresentação das bases que levaram ao desenvolvimento do Mapa Cultural de Ubatuba, e em seguida começamos a cadastrar os presentes como agentes culturais. Ao longo da tarde, foram cadastrados 23 agentes individuais e coletivos. Ao longo dos próximos meses, a intenção é chegar às centenas, para dar conta do diverso cenário cultural de Ubatuba.&lt;/p&gt;
&lt;iframe width=&quot;800&quot; height=&quot;460&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/A2UAtd3f4us&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen=&quot;&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/mapas&quot;&gt;mapas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/331&quot;&gt;geolivre&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/taxonomy/term/332&quot;&gt;mapa cultural de ubatuba&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/cultura&quot;&gt;cultura&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/cultura-digital&quot;&gt;cultura digital&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Sat, 13 Aug 2016 23:22:56 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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 <title>Fórum Setorial de Cultura Urbana e Digital - minha contribuição</title>
 <link>http://ubalab.org/node/152</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;p&gt;No começo desta semana, participei do Fórum Setorial de Cultura Urbana e Digital promovido pela Fundart. Os fóruns setoriais fazem parte da construção da Conferência Municipal de Cultura de Ubatuba, cuja quarta edição acontece em cinco de setembro. Conversamos um pouco sobre políticas culturais e sobre o papel que o digital pode assumir, especialmente de transversalidade entre as áreas da cultura que usualmente trabalham em separado. Ao final, elaborei minha contribuição preenchendo o formulário distribuído aos participantes do fórum. Segue abaixo minha contribuição formal:&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
4a Conferencia Municipal de Cultura de Ubatuba&lt;br /&gt;
10/08/2015 - Fórum Setorial de Cultura Urbana e Digital&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vocações e potencialidades&lt;br /&gt;
* A sociedade de Ubatuba faz uso corriqueiro de mídias digitais, em especial das redes sociais via internet. Mais do que em outras cidades, esse uso é reforçado pela necessidade - a cidade é extensa, geograficamente fragmentada, e não tem veículos relevantes de comunicação de massa.&lt;br /&gt;
* Produtores culturais locais já adotam, mesmo que de forma amadora, ferramentas digitais de comunicação para a elaboração, coordenação, divulgação e difusão de suas atividades.&lt;br /&gt;
* A qualidade de vida em Ubatuba atrai cada vez mais profissionais renomados ligados às tecnologias da informação.&lt;br /&gt;
* Ubatuba tem dois fortes cursos técnicos públicos de informática, na Etec - Centro Paula Souza e na Escola Tancredo Neves.&lt;br /&gt;
* Desde 2012, a cidade já sediou uma série de eventos de ponta no cenário internacional da cultura digital experimental: o Encontrão Hipertropical de MetaReciclagem, o Festival Tropixel, o Ensaio Tropixel #1 e o Tropixel Ciência Aberta. Em outubro de 2015, receberá o Tropixel Labs - encontro internacional de laboratórios experimentais de arte, ciência, tecnologia e sociedade. Alguns nomes importantes de áreas ligadas à cultura digital no Brasil e internacionalmente estão atentos ao que acontece em Ubatuba.&lt;br /&gt;
* Alguns temas que são centrais na reflexão contemporânea sobre cultura digital brasileira têm considerável espaço institucional e de debate em Ubatuba. É o caso das políticas de participação social, da economia solidária e compartilhada, do papel sociocultural da ciência, do diálogo entre redes digitais e redes das ruas, da sustentabilidade socioambiental, da diversidade cultural, entre outras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fragilidades e obstáculos&lt;br /&gt;
* A cultura digital não está contemplada no desenho dos grupos setoriais da Fundart.&lt;br /&gt;
* A maneira como a cultura digital foi incluída no conselho municipal de políticas culturais induz uma disputa por espaço, ao partir de uma contradição - de que o digital por um lado deve ser tratado como mais uma linguagem ou forma de manifestação cultural, mas por outro lado ocupe a mesma vaga que a cultura urbana. Na verdade, a cultura digital deveria ser encarada como elemento central e transversal para fomentar a cooperação permanente entre as diferentes áreas da cultura, em vez de ocupar meia vaga do conselho.&lt;br /&gt;
* As dezenas de estudantes da Etec e do Tancredo que demonstram interesse e vocação em apropriar-se culturalmente das tecnologias da informação não encontram respaldo dentro das políticas culturais na cidade. Aquilo que fazem simplesmente não é considerado cultura, ao menos em Ubatuba.&lt;br /&gt;
* Inexiste infraestrutura pública de apoio material e técnico ao desenvolvimento de iniciativas de cultura digital.&lt;br /&gt;
* Não existe apoio institucional a iniciativas de mídia comunitária e livre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Oportunidades&lt;br /&gt;
* A adoção de políticas de incentivo à cultura digital usualmente oferece resultados rápidos com investimentos relativamente baixos, como já foi demonstrado no programa Cultura Viva do Ministério da Cultura, nos CUCAs da Prefeitura de Fortaleza, no Lab.C do CCJ e posteriormente no mapeamento cultural do município de São Paulo, entre dezenas de outras iniciativas de políticas públicas. O mesmo pode ser dito do incentivo a laboratórios experimentais (que apesar do que sugere o senso comum não exigem necessariamente investimento em equipamentos ou infraestrutura) - criando espaços potentes de inovação e transformação social como são o MAMM de Medelin, o Medialab Prado de Madrid, o Waag de Amsterdam, entre outros.&lt;br /&gt;
* O Ministério da Cultura está em plena retomada de uma agenda de cultura digital - expressa nos editais de Mídia Livre e Cultura de Redes, nas chamadas de ocupação dos LabCEUs, no programa Redelabs de cooperação entre secretarias e fundações do Minc, entre outros fatos. Apesar de informalmente e de forma voluntária, Ubatuba já está em contato com este cenário. Nos próximos meses, receberá alguns dos nomes mais importantes da área no Brasil e no mundo, e deveria aproveitar a ocasião para colocar-se formalmente na discussão.&lt;br /&gt;
* Uma série de projetos e articulações em andamento apontam para um diálogo criativo e produtivo entre atores locais enraizados, novos chegados e pessoas de passagem pela cidade. Existe um campo fértil para a articulação entre a apropriação cultural crítica de tecnologias de informação - incorporando princípios como a cultura de abertura, o software livre e de código aberto, as mídias livres e comunitárias, o diálogo com a economia solidária e com as políticas de participação social - e os diversos campos da cultura. O digital adquire seu mais potente significado quando estimula a colaboração entre áreas diversas, criando espaços transdisciplinares de invenção.&lt;br /&gt;
* Para aproveitar ao máximo toda a potencialidade da cultura digital em Ubatuba, uma política local de estímulo a laboratórios experimentais livres criaria caminhos para uma atuação cultural transformadora. Incluiriam-se aí iniciativas de mapeamento colaborativo (algumas já em negociação, aliás), de inovação sociocultural, de capacitação continuada em comunicação e cultura para agentes culturais, de ferramentas e metodologias para gestão cultural, e de diálogo entre cultura de abertura e ciência cidadã. Esta política poderia ter sua ponta de lança com a concretização do Espaço Liberdade dentro do Museu Histórico de Ubatuba, como já proposto pela própria Fundart no primeiro semestre de 2015.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ameaças&lt;br /&gt;
* As tecnologias da informação carregam uma contradição essencial: colocam-se ora como elemento de libertação e autonomia, ora como mecanismo de homogenização e controle. É por esse motivo que o digital não pode ser trabalhado como fim em si mesmo: é importantíssimo atentar às maneiras pelas quais ele é adotado e desenvolvido. Não se trata simplesmente de digitalizar toda a produção cultural ou de simplesmente automatizar processos de gestão cultural, mas essencialmente de promover a apropriação crítica das tecnologias, colocando-as a serviço da diversidade cultural, da inclusão, da soberania tecnológica, da participação e transformação social.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/conferencia-de-cultura&quot;&gt;conferência de cultura&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/participacao&quot;&gt;participação&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/cultura-digital&quot;&gt;cultura digital&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Thu, 13 Aug 2015 15:45:33 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">152 at http://ubalab.org</guid>
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 <title>SESI Cultura Digital</title>
 <link>http://ubalab.org/blog/sesi-cultura-digital</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;p class=&quot;hora&quot;&gt;Estou partindo amanhã pela manhã para o Rio, onde vou participar de uma mesa no &lt;a href=&quot;http://www.firjan.org.br/main.jsp?lumPageId=40288081201F4C3E012068444B1B7304&amp;amp;lumItemId=2C908CEC47A29CFC0148A8DF650F55A2#top&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;SESI Cultura Digital&lt;/a&gt;, no SENAI Maracanã. Minha mesa é a seguinte, na sexta-feira às 19h30:&lt;/p&gt;
&lt;h3 class=&quot;hora&quot;&gt;
	&lt;strong&gt;MESA DE DEBATE “NOVA ERA DIGITAL&lt;/strong&gt;” - SALA TALK HUB&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mediador: &lt;/strong&gt;Beto Largman&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Participantes:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;
		Pedro Markun – Hacker, coordenador do LabHacker&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;
		Felipe Fonseca - Co-fundador da rede MetaReciclagem&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;
		Guto Nóbrega – Artista, coordenador do NANO_Núcleo de Arte e Novos Organismos – EBA.UFRJ&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;
		Oswaldo Oliveira – Economista e idealizador do Laboriosa89&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;
		Sergio Venuto – Dono de casa&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Quem estiver pelo Rio, apareça por lá!&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/cultura-digital&quot;&gt;cultura digital&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/rio&quot;&gt;rio&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/eventos&quot;&gt;eventos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Wed, 22 Oct 2014 22:28:47 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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 <title>Eixos do UbaLab</title>
 <link>http://ubalab.org/blog/eixos-do-ubalab</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Esse post é uma adaptação dos eixos de ação propostos no &lt;a href=&quot;http://ubalab.org/blog/ubalab-polo-de-tecnologias-livres-status&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;projeto que foi selecionado&lt;/a&gt; como Esporo de Cultura Digital em edital do Ministério da Cultura. Mais informações sobre a situação atual do projeto, &lt;a href=&quot;http://ubalab.org/blog/ubalab-polo-de-tecnologias-livres-status&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;UbaLab é um laboratório experimental dinâmico que consiste em uma série de ações coordenadas destinadas a integrar o potencial humano, cultural e ambiental às novas tecnologias, em especial aos referenciais da cultura digital brasileira e da MetaReciclagem, por meio da produção multimídia livre e da arte eletrônica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os focos principais de investigação e atuação são apropriação e reuso de tecnologias, interconexão em rede de culturas tradicionais, sustentabilidade, preservação do meio ambiente, educação para a inovação, autonomia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A intenção é uma atuação de longo prazo, articulando uma conversa aprofundada e engajada, na busca de modelos de desenvolvimento econômico e cultural adequados ao século XXI, dando origem a uma composição dinâmica entre o enraizamento cultural e as novas culturas hiperconectadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O atuação baseia-se em quatro eixos interrelacionados:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Esporo de &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;: espaço físico dedicado à reutilização de tecnologias digitais. Laboratório de apropriação de tecnologias e cultura digital experimental. Pesquisa - experimentos com softwares de produção cultural (audio, vídeo, produção gráfica, interatividade, instalações imersivas, arte em rede) a partir do uso de equipamentos eletrônicos recondicionados. Utilização de resíduos eletroeletrônicos como base para ciência de bairro, artesanato, kits de eletrônica básica. Realização de um Encontrão de MetaReciclagem na cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;UbaMapa&lt;/strong&gt;: mapeamento online colaborativo (urbano/ambiental/cultural). Ações de mapeamento e georreferenciamento de iniciativas culturais na cidade, baseadas em tecnologias livres.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Núcleo de cultura digital e livre&lt;/strong&gt;: encontros quinzenais, com debates e palestras sobre a cultura digital brasileira, baseada em conceitos como licenças livres, ações em rede e generosidade intelectual. Suporte tecnológico para projetos culturais, integração com ações em outras regiões do país. Estudar a viabilidade de um Festival Nacional de Cultura Livre em Ubatuba. Palestrantes convidados, ligados a outros projetos de cultura digital e MetaReciclagem de todo o Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Articulação internacional&lt;/strong&gt;: intercâmbio cultural com redes e organizações de todo o mundo.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/category/tags/osm&quot;&gt;osm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/metareciclagem&quot;&gt;metareciclagem&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/mapas&quot;&gt;mapas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/geo&quot;&gt;geo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/projeto&quot;&gt;projeto&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/cultura-digital&quot;&gt;cultura digital&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/eixos&quot;&gt;eixos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/mapeamento&quot;&gt;mapeamento&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/intercambio&quot;&gt;intercâmbio&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/residencias&quot;&gt;residências&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Wed, 16 Feb 2011 04:09:45 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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 <title>Ubatuba</title>
 <link>http://ubalab.org/blog/ubatuba</link>
 <description>&lt;div class=&quot;field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Esse post é uma adaptação do contexto descrito no texto do &lt;a href=&quot;http://ubalab.org/blog/ubalab-polo-de-tecnologias-livres-status&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;projeto que foi selecionado&lt;/a&gt; como Esporo de Cultura Digital em edital do Ministério da Cultura. Mais informações sobre a situação atual do projeto, &lt;a href=&quot;http://ubalab.org/blog/ubalab-polo-de-tecnologias-livres-status&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Ubatuba é um retrato em pequena escala do Brasil. Natureza exuberante, população jovem com uma herança cultural miscigenada – com núcleos de origem caiçara, indígena e quilombola. Conta com grupos religiosos de denominações diversas, um setor cultural emergente que luta contra a precariedade de condições e oportunidades, e uma classe empreendedora que vem se estabelecendo. Está localizada entre as capitais de Rio de Janeiro e São Paulo, e acaba assumindo um pouco da natureza cultural dos dois estados – simultaneamente trabalhadora e criativa, festiva e dedicada. Tem uma também diversa população flutuante, com interesses variados – triviais como o turismo de temporada ou específicos como a observação de pássaros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em alguns assuntos Ubatuba é um exemplo: conta com uma boa rede de ciclofaixas, é uma referência esportiva como sede de campeonatos internacionais de surfe. A Mata Atlântica, considerada reserva da Biosfera pela Unesco, e que no restante do Brasil já foi desmatada em mais de 93%, circunda toda a cidade. Segundo levantamentos recentes (2010), quase 90% de seu território são dedicados à preservação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No que se refere a produção cultural, são desenvolvidas iniciativas ligadas à preservação, no contexto do folclore e das artes tradicionais, mas - com notáveis exceções - ainda pouco espaço é dedicado à articulação de novas formas de produção cultural e à integração das culturas populares à era da informação e do agenciamento em rede. As novas gerações de produtores culturais com potencial acabam migrando para cidades maiores em busca de espaço para crescer. Além disso, Ubatuba é uma cidade litorânea extensa, desenvolvida entre a serra e o mar, com bairros relativamente isolados. Um número considerável de artistas, escritores, músicos e produtores culturais chegam a frequentar a cidade ou mesmo utilizá-la como retiro criativo, mas são poucos os espaços ou eventos dedicados a promover a troca entre essas pessoas, e elas acabam nem tomando conhecimento umas das outras.&lt;br /&gt;
Ao identificar e articular redes locais de produção cultural, queremos proporcionar a capacitação e profissionalização de agentes culturais. A busca de um arranjo produtivo local para a cultura que leve em conta o desenvolvimento de viabilidade e autonomia para a produção de cultura livre e hiperconectada vai nesse sentido, e eventualmente vai estimular a criação de diferentes estratégias para sustentabilidade financeira da produção cultural.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto UbaLab pretende colaborar com a busca de soluções para uma condição presente em Ubatuba, mas que encontra eco em outras cidades fora do alcance das áreas metropolitanas: como desenvolver um campo de atuação que permita cortar o fluxo crescente de evasão de talentos - jovens com potencial para tornarem-se produtores culturais que, sem encontrar uma estrutura local de atuação, acabam mudando-se para outras localidades que oferecem mais oportunidades. Acreditamos que a apropriação de ferramentas de comunicação online nos moldes da cultura digital brasileira pode favorecer uma dinâmica local, bem como o intercâmbio cultural com outras localidades do Brasil e do mundo, com o sentido de ampliar o horizonte de possibilidades para esses atores culturais. O processo será todo documentado em torno dessa reflexão, e a busca por respostas particulares nesse contexto será certamente útil também para outras localidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field field-name-taxonomy-vocabulary-1 field-type-taxonomy-term-reference field-label-above&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Tags:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/category/tags/cidade&quot;&gt;cidade&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/ubatuba&quot;&gt;ubatuba&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/projeto&quot;&gt;projeto&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/contexto&quot;&gt;contexto&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-item even&quot;&gt;&lt;a href=&quot;/tag/cultura-digital&quot;&gt;cultura digital&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
 <pubDate>Wed, 16 Feb 2011 04:00:57 +0000</pubDate>
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